A elasticidade do placar não é compatível com a tranquilidade do torcedor. Foi um jogo difícil.
O Goiás goleou mas tomou sufoco. Quando tudo parecia dominado no momento em que o jogo estava 2 a 0, o ASA marca um gol e começa uma correria para cima do Goiás, personalizada pelo jogador Vitinha (irmão do Vitor, ex-Goiás) do ASA. Assombrou a ala esquerda do Marcão em um momento do jogo que o capitão do Goiás sofria muito para marcar.
A entrada do meia Diniz deixou o meio campo do Goiás leve porém péssimo na marcação. Pela situação atual, Marcelo Costa só fica até a recuperação de Carlos Alberto. Em outras palavras, dançou na camisa dez. Estou tentando lembrar o último meio campista que distribuía a bola tão bem igual fez o Diniz hoje. Imagino que muitas serão as comparações com o hoje comentarista Marcelo Borges. O próprio destacou a importância do toque de bola de um canhoto habilidoso no meio de campo.
Ninguém acreditava no público. Nem o próprio torcedor que decidiu chegar em cima da hora. Renda maior que a gerada pelos 1600 do jogo de estréia contra o Barueri. Tudo dentro de uma estratégia de marketing bem feita. Ponto para torcida em não se iludir com a goleada e continuar gritando por contratações.
Acho que o Diniz joga muito. Tenho medo de estréias muito boas. Nunca esqueço a estréia do meia uruguaio Matosas contra o Atlético Paranaense em 1996. Naquele dia vi um Maradona destro jogar. Depois, contusões e decepções.
Já imaginaram se o Guto tivesse estreado hoje?
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